Após este final de semana repleto de jogos decisivos - infelizmente sem o Bath Rugby estar participando - e emocionantes, temos as finais definidas tanto da Aviva Premiership quanto da RaboDirect PRO12.
Na Inglaterra os dois favoritos, jogando em casa, garantiram suas vagas e dois jogos emocionantes e decididos na parte final do segundo tempo, assim teremos Harlequins x Leicester Tigers em Twickenham dia 26 de maio, um jogaço, com leve favoritismo para os Tigers, que vêm de uma arrancada sensacional desde o final do ano passado contra os londrinos do Quins que não estão conseguindo manter a mesma performance arrasadora dos 10 primeiros jogos da temporada, tendo vacilado bastante nas últimas partidas. Assim, se o Tigers vencer será seu 10º título enquanto os Harlequins buscam sua primeira conquista da Premiership, uma motivação a mais para estes!
As semifinais tiveram os seguintes resultados: Harlequins 25 x 23 Horthampton Saints e Leicester Tigers 24 x 15 Saracens.
As semifinais da RaboDirect PRO12 (a liga entre escoceses, galeses, irlandeses e italianos) teve os irlandeses do Munster visitando os galeses do Ospreys e levando uma "surra" na primeira semifinal, disputada no País de Gales e na outra semifinal um jogo menos desequilibrado entre os irlandeses do Leinster e os escoceses do Glasgow Warriors, mesmo assim os favoritos também desbancaram a surpresa jogando em Dublin. Agora, quem vencer a competição, que terá sua final em Dublin dia 27 de maio, se tornará o maior vencedor, ultrapassando o Munster que tem 3 conquistas e 2 vice-campeonatos, já que os galeses somam também 3 títulos e 1 vice-campeonato e os dublinenses têm 2 títulos e 3 vice-campeonatos. Será um jogão, sem dúvida, com leve favoritismo para o Leinster, que é "o time a ser batido" nesta temporada na Europa!
As semifinais foram assim: Ospreys 45 x 10 Munster e Leinster 19 x 15 Glasgow Warriors.
Ainda tivemos a definição dos 6 "finalistas" do Top 14 Orange, o campeoanato francês de rugby, que terá duas etapas, a primeira entre o 3º e o 6º colocados (3º x 6º e 4º x 5º) com os dois vencedores enfrentando o 1º e 2º (semifinais dia 02/06), definindo assim os finalistas que jogarão em partida única dia 09 de junho.
Na Championship (segunda divisão inglesa) a final será entre London Welsh e Cornish Pirates, com o jogo de ida ocorrendo dia 23 de maio, em Penzance, cidade dos Pirates e o de volta dia 30 do mesmo mês, em Oxford, onde o London Welsh manda seus jogos. O vencedor será promovido à Aviva premiership.
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Enquanto isso o Bath Rugby confirma os amistosos para a pré-temporada, em Agosto. Aqui.
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segunda-feira, 14 de maio de 2012
Momentos finais da temporada europeia de rugby
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Uma Copa que vai, outra Copa que segue!
Após terminar a sua participação na Heineken Cup 2011/12 com uma vitória bem apertada (e nos últimos minutos) sobre seus antigos "fregueses" de Glasgow, com o placar final de 23 a 18, retomando o caminho das vitórias na competição, já que na penúltima rodada quando foi ao Sul da França enfrentar os debutantes da Copa, o Montpellier, acabou levando uma virada no último lance da peleja que foi finalizada pelo árbitro após a cobrança do chute de conversão do terceiro try dos franceses, marcando o placar final 24 a 22, sendo esta a primeira e única vitória do conjunto, atual vice-campeão francês, na HCup 2011/12.
Pois bem, tendo convertido 5 tries nestes últimos dois jogos (3 contra o Montpellier e 2 contra os Warriors) o time parece ter retomado um pouco do seu espírito vencedor de outrora, muito embora a campanha tenha sido sofrível obtendo apenas 2 vitória e somando 11 pontos (com 3 pontos bônus por derrotas mínimas), sendo assim ainda é possível imaginar que na Copa Anglo-Galesa (LV= Cup) obtenha-se a classificação às semi-finais, bastando vencer um dos dois jogos que ainda restam na fase de grupos, já que é líder com larga vantagem sobre o segundo colocado em seu grupo.
Vamos partir para a análise das rodadas 5 e 6 da fase de grupos da HCup 2011/12, começando pelo jogo déjà vu no Sul da França, tendo o mesmo desfecho do primeiro jogo da Heineken Cup 2008/09 contra outro adversário francês, o poderoso Toulouse, que venceu o jogo nos acréscimos também por dois pontos (18 a 16) quando o Bath perdeu a bola que estava em sua posse faltando poucos segundos para o término do tempo regulamentar. Coincidência!? Foi uma terrível coincidência que terminou ainda pior pois naquela temporado o clube do Sudoeste inglês ainda conseguiu se classificar para as quartas-de-final, enquanto esta última derrota tirou qualquer possibilidade dos Blue, black & white se classificarem, até mesmo de ser um dos cinco melhores segundos colocados e garantir uma vaga nas quartas da Challenge Cup.
ANÁLISE JOGO 05 - MONTPELLIER X BATH RUGBY
No jogo do dia 14 de janeiro, o Segunda Linha irlandês Ryan Caldwell esculhambou a defesa adversária marcando dois tries (um aos 39' do primeiro tempo e outro aos 12' do segundo tempo), tendo por isso sido eleito o Man of The Match da partida e escolhido para o time da quinta rodada da HCup, tão importantes quanto foram as duas conversões, a primeira do veterano Olly Barkley que já tinha um pênalti convertido aos 7' da etapa inicial e a outra pelo Camisa 10, substituto do All Black Stephen Donald, Tom Heathcote. Quando aos 30' da etapa final Matt Banahan colocava a bola ao chão junto à linha de try o placar mostrava uma vantagem de cinco pontos para a equipe visitante, faltando pouco mais de 9 minutos para o fim do jogo e com uma conversão a ser cobrada por Heathcote.
Com os torcedores, inclusive nós, imaginando a vitória assegurada e buscando o quarto try, logo o ponto extra, parecia que não faria falta este erro na conversão, pois fez e a derrota por 24 a 22 foi ainda mais dolorida pois os backs do Bath Rugby jogaram muita bola e estavam sedentos por esta vitória, que com a atuação de gala de Caldwell merecia ter um final feliz e não este brochante, levando toda e qualquer esperança de dias melhores pela Europa nesta temporada embora.
ANÁLISE JOGO 06 - BATH RUGBY X GLASGOW WARRIORS
Pois bem, mesmo com a derrota desestimulante e a possibilidade do adversário se classificar para a próxima fase de uma das Copas europeias, o Bath Rugby entrava como favorito no confronto contra o Glasgow Warriors, no dia 21 de janeiro, tanto por ter vencido 4 dos 5 jogos disputados entre as duas equipes, quanto por terminar honrosamente a temporada europeia, podendo pular do quarto para o segundo posto no Grupo 3, caso conseguisse uma vitória com ponto extra ou não permitisse o ponto extra do adversário, contando com a previsível derrota do Montpellier para o Leinster no jogo paralelo do grupo (o que acabou ocorrendo!).
Com um try do ponta Tom Biggs aos 11' do primeiro tempo e outro do oitavo Ben Skirving no inicio da segunda etapa, aos 3', os dois com chutes de conversões corretos do camisa 13 Olly Barkley que também acertou um pênalti aos 15' da primeira etapa, mantendo até os 12' da segunda etapa a vantagem de 11 pontos, que se transformaria em desvantagem de 1 ponto até os 28' da etapa complementar quando Barkley acerta no H o pênalti da virada, que se consolidaria quando novamente o camisa 13 acerta outro pênalti aos 36' da etapa final, decretando o placar final de 23 a 18, podendo os tricolores saírem com a cabeça um pouco menos baixa na saída do gramado (do campo de jogo mais belo da Heineken Cup!) naquela fria tarde de sábado.
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Pois bem, tendo convertido 5 tries nestes últimos dois jogos (3 contra o Montpellier e 2 contra os Warriors) o time parece ter retomado um pouco do seu espírito vencedor de outrora, muito embora a campanha tenha sido sofrível obtendo apenas 2 vitória e somando 11 pontos (com 3 pontos bônus por derrotas mínimas), sendo assim ainda é possível imaginar que na Copa Anglo-Galesa (LV= Cup) obtenha-se a classificação às semi-finais, bastando vencer um dos dois jogos que ainda restam na fase de grupos, já que é líder com larga vantagem sobre o segundo colocado em seu grupo.
Vamos partir para a análise das rodadas 5 e 6 da fase de grupos da HCup 2011/12, começando pelo jogo déjà vu no Sul da França, tendo o mesmo desfecho do primeiro jogo da Heineken Cup 2008/09 contra outro adversário francês, o poderoso Toulouse, que venceu o jogo nos acréscimos também por dois pontos (18 a 16) quando o Bath perdeu a bola que estava em sua posse faltando poucos segundos para o término do tempo regulamentar. Coincidência!? Foi uma terrível coincidência que terminou ainda pior pois naquela temporado o clube do Sudoeste inglês ainda conseguiu se classificar para as quartas-de-final, enquanto esta última derrota tirou qualquer possibilidade dos Blue, black & white se classificarem, até mesmo de ser um dos cinco melhores segundos colocados e garantir uma vaga nas quartas da Challenge Cup.
ANÁLISE JOGO 05 - MONTPELLIER X BATH RUGBY
No jogo do dia 14 de janeiro, o Segunda Linha irlandês Ryan Caldwell esculhambou a defesa adversária marcando dois tries (um aos 39' do primeiro tempo e outro aos 12' do segundo tempo), tendo por isso sido eleito o Man of The Match da partida e escolhido para o time da quinta rodada da HCup, tão importantes quanto foram as duas conversões, a primeira do veterano Olly Barkley que já tinha um pênalti convertido aos 7' da etapa inicial e a outra pelo Camisa 10, substituto do All Black Stephen Donald, Tom Heathcote. Quando aos 30' da etapa final Matt Banahan colocava a bola ao chão junto à linha de try o placar mostrava uma vantagem de cinco pontos para a equipe visitante, faltando pouco mais de 9 minutos para o fim do jogo e com uma conversão a ser cobrada por Heathcote.
Com os torcedores, inclusive nós, imaginando a vitória assegurada e buscando o quarto try, logo o ponto extra, parecia que não faria falta este erro na conversão, pois fez e a derrota por 24 a 22 foi ainda mais dolorida pois os backs do Bath Rugby jogaram muita bola e estavam sedentos por esta vitória, que com a atuação de gala de Caldwell merecia ter um final feliz e não este brochante, levando toda e qualquer esperança de dias melhores pela Europa nesta temporada embora.
ANÁLISE JOGO 06 - BATH RUGBY X GLASGOW WARRIORS
Pois bem, mesmo com a derrota desestimulante e a possibilidade do adversário se classificar para a próxima fase de uma das Copas europeias, o Bath Rugby entrava como favorito no confronto contra o Glasgow Warriors, no dia 21 de janeiro, tanto por ter vencido 4 dos 5 jogos disputados entre as duas equipes, quanto por terminar honrosamente a temporada europeia, podendo pular do quarto para o segundo posto no Grupo 3, caso conseguisse uma vitória com ponto extra ou não permitisse o ponto extra do adversário, contando com a previsível derrota do Montpellier para o Leinster no jogo paralelo do grupo (o que acabou ocorrendo!).
Com um try do ponta Tom Biggs aos 11' do primeiro tempo e outro do oitavo Ben Skirving no inicio da segunda etapa, aos 3', os dois com chutes de conversões corretos do camisa 13 Olly Barkley que também acertou um pênalti aos 15' da primeira etapa, mantendo até os 12' da segunda etapa a vantagem de 11 pontos, que se transformaria em desvantagem de 1 ponto até os 28' da etapa complementar quando Barkley acerta no H o pênalti da virada, que se consolidaria quando novamente o camisa 13 acerta outro pênalti aos 36' da etapa final, decretando o placar final de 23 a 18, podendo os tricolores saírem com a cabeça um pouco menos baixa na saída do gramado (do campo de jogo mais belo da Heineken Cup!) naquela fria tarde de sábado.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Feliz 2012! Ano novo, disposição nova!
Bom, após as festas de fim de ano e a recomposição para o retorno à rotina estamos nos atualizando sobre os fatos rugbísticos e bathianos das últimas duas semanas, notando que a postura de time vencedor voltou à equipe de Somerset mostrando sua imensa superioridade sobre um adversário de qualidade, digamos, equiparável aos blue, black & white haja visto a posição da equipe de Reading nas tabelas da Premiership inglesa e da Heineken Cup (6º e 3º no Grupo 2, respectivamente), muito similar ao BRFC (9º e 3º no Grupo 3)*.
Pois bem, num jogo de risco, já que se perdesse estaria na penúltima posição, o Bath conseguiu impor seu jogo num campo do Recreation Ground já castigado pelo inverno inglês, vencendo sem contestação a equipe de Reading por 30 a 3, com tries de Anthony Perenise (12 do 1º tempo) e Michael Claassens (15 do 2º tempo) e um penalty try (35 do 2º tempo). As três conversões e mais três penalties foram pontos marcados pelo fly-half Stephen Donald, que somou 15 pontos na partida, tendo o Asa (#7) sul-africano François Louw sido escolhido o melhor jogador da partida.
Encerrando uma sequência de cinco derrotas (duas pela HCup e três pela Premiership), sendo duas no The Rec, o Bath Rugby agora pode iniciar uma reação nos dois campeonatos já citados e ainda manter a primeira colocação no seu grupo na Copa Anglo-Galesa (LV= Cup), já que os próximos 04 jogos serão pelas copas heineken e anglo-galesa.
*As posições mencionadas são após o complemento da décima segunda rodada da Premiership e da quarta rodada da HCup.
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Pois bem, num jogo de risco, já que se perdesse estaria na penúltima posição, o Bath conseguiu impor seu jogo num campo do Recreation Ground já castigado pelo inverno inglês, vencendo sem contestação a equipe de Reading por 30 a 3, com tries de Anthony Perenise (12 do 1º tempo) e Michael Claassens (15 do 2º tempo) e um penalty try (35 do 2º tempo). As três conversões e mais três penalties foram pontos marcados pelo fly-half Stephen Donald, que somou 15 pontos na partida, tendo o Asa (#7) sul-africano François Louw sido escolhido o melhor jogador da partida.
Encerrando uma sequência de cinco derrotas (duas pela HCup e três pela Premiership), sendo duas no The Rec, o Bath Rugby agora pode iniciar uma reação nos dois campeonatos já citados e ainda manter a primeira colocação no seu grupo na Copa Anglo-Galesa (LV= Cup), já que os próximos 04 jogos serão pelas copas heineken e anglo-galesa.
*As posições mencionadas são após o complemento da décima segunda rodada da Premiership e da quarta rodada da HCup.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Humilhante derrota para o Leinster, a maior de todas
Quando aos dois minutos da primeira etapa o melhor jogador da última partida (e desta também!), excelente chutador, acertou no poste esquerdo do H a cobrança, parecia que as coisas poderiam estar soprando a favor dos azuis da Inglaterra, o que não foi confirmado, já que no rebote do chute a bola fica com os irlandeses que na sequência da jogada converteram o try, tornando o que seria um simples 3 a 0 em um 7 a 0 em menos de 5 minutos de partida. Os azuis irlandeses começavam a mostrar que tudo que iria acontecer dali em diante seria a seu favor, logo, contra o Bath e seu jogo de erros.
Pra que fique bem claro logo de início, esta foi a pior derrota que o Bath Rugby já sofreu em toda e qualquer competição europeia, um "quase"-fiasco!
Tentando imprimir um jogo veloz, já que necessitava da vitória, procurando ter o mesmo estilo de jogo do adversário, o Bath conseguiu uma penalidade e descontou o jogo aos 7 minutos ainda, que logo foi aumentada para 10 a 3 com um drop goal monstruoso de Jonathan Sexton, pouco depois da linha de meio-campo. Quatro minutos depois novamente Olly Barkley converteu a penalidade para o Bath, deixando o placar equilibrado em 10 a 6 até os 24 minutos.
A partir da metade da primeira etapa o Leinster (mesmo em inferioridade numérica, já que seu capitão levou cartão amarelo aos 22 minutos, ficando 10 minutos fora) começou a converter em tries a sua superioridade de jogo, somando a velocidade dos irlandeses ao descontrole nos passes e nervosismo dos ingleses, os contra-ataques permitiram mais dois tries ao time de Dublin (aos 24 e aos 32) que fecharia estes primeiros 40 minutos com uma bela vantagem: 24 a 6.
Infelizmente a segunda etapa iniciou como foi toda a primeira etapa, saída de bola para o Bath Rugby, bola chutada na faixa lateral direita de defesa do Leinster, recuperada pelo pack que velozmente repôs a bola nas mãos do 9 irlandês e 30 segundos depois da bola ser chutada na saída de jogo, após velocíssima troca de passes em direção à lateral esquerda e arrancada espetacular de Luke Fitzgerald, lá estava ele na linha de try, começo do massacre!
Aos 10 teve outro e aos 16 mais um, todos convertidos pelo Man of The Match, camisa 10, iluminado, destruidor de ingleses, Jonathan Sexton, sendo que a esta altura o placar no AVIVA Stadium (lotado com 46.365 espectadores) já marcava 45 a 6, e ainda restava metade do segundo tempo para ser jogado.
Lembrando que aos 9 minutos da segunda etapa o fullback Sam Vesty tomava o cartão amarelo, logo depois, aos 14 o hooker da Seleção dos EUA, Chris Biller, também tomou o seu sin bin, deixando os ingleses com 13 homens em campo por intermináveis 5 minutos, tempo suficiente para o time ser destroçado!
Aos 22 minutos, ainda com 14 homens em campo, mas com 39 pontos de desvantagem, o All Black Stephen Donald consegue ultrapassar a defesa irlandesa e marca o primeiro try dele com a camisa dos Blue, Black & White, belo lance individual! Aos 34, Dave Attwood marca o segundo try da partida para o Bath, cravando a bola entre os postes após atravessar o H com seu corpanzil de 115kg, perfeito para ser um Segunda Linha de imensa qualidade. Com os dois chutes originados pelos tries sendo convertidso pelo sempre seguro Barkley, o placar então marcava 45 a 20 faltando pouco menos de 5 minutos para o apito final. Nada mais iria acontecer?!
Num jogo como estes até o último minuto é importante, para um time era consolidar uma grande vitória e para o outro era terminar mais próximo na pontuação ou deixar menos vergonhoso o placar final. Assim aos 38 minutos o Leinster abre mais 7 pontos de vantagem que seriam descontados aos 40 minutos pelo back reserva, cria da base do Bath Rugby, Ben Williams. o último lance da partida é o chute de conversão feito por Olly Barkley, dando números finais ao placar na inesquecível noite de Dublin: 52 a 27.
Veja aqui os dez tries da partida, e se decepcione, como nós, por este jogadores com este belo uniforme away do Bath ainda não terem podido comemorar uma única vitória nesta HCup 2011/12.
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O Bath permanece na terceira posição do Grupo 3, com 6 pontos [1v e 3d] e agora vai ao Sul da França enfrentar o Montpellier, último colocado da Grupo com a mesma pontuação, se sair vitorioso, se aproximará (ou ultrapassará) o Glasgow Warriors, segundo colocado com 10 pontos. Com 16 pontos o Leinster lidera com larga vantagem faltando duas rodadas para o término da fase de grupos.
Pra que fique bem claro logo de início, esta foi a pior derrota que o Bath Rugby já sofreu em toda e qualquer competição europeia, um "quase"-fiasco!
Tentando imprimir um jogo veloz, já que necessitava da vitória, procurando ter o mesmo estilo de jogo do adversário, o Bath conseguiu uma penalidade e descontou o jogo aos 7 minutos ainda, que logo foi aumentada para 10 a 3 com um drop goal monstruoso de Jonathan Sexton, pouco depois da linha de meio-campo. Quatro minutos depois novamente Olly Barkley converteu a penalidade para o Bath, deixando o placar equilibrado em 10 a 6 até os 24 minutos.
A partir da metade da primeira etapa o Leinster (mesmo em inferioridade numérica, já que seu capitão levou cartão amarelo aos 22 minutos, ficando 10 minutos fora) começou a converter em tries a sua superioridade de jogo, somando a velocidade dos irlandeses ao descontrole nos passes e nervosismo dos ingleses, os contra-ataques permitiram mais dois tries ao time de Dublin (aos 24 e aos 32) que fecharia estes primeiros 40 minutos com uma bela vantagem: 24 a 6.
Infelizmente a segunda etapa iniciou como foi toda a primeira etapa, saída de bola para o Bath Rugby, bola chutada na faixa lateral direita de defesa do Leinster, recuperada pelo pack que velozmente repôs a bola nas mãos do 9 irlandês e 30 segundos depois da bola ser chutada na saída de jogo, após velocíssima troca de passes em direção à lateral esquerda e arrancada espetacular de Luke Fitzgerald, lá estava ele na linha de try, começo do massacre!
Aos 10 teve outro e aos 16 mais um, todos convertidos pelo Man of The Match, camisa 10, iluminado, destruidor de ingleses, Jonathan Sexton, sendo que a esta altura o placar no AVIVA Stadium (lotado com 46.365 espectadores) já marcava 45 a 6, e ainda restava metade do segundo tempo para ser jogado.
Lembrando que aos 9 minutos da segunda etapa o fullback Sam Vesty tomava o cartão amarelo, logo depois, aos 14 o hooker da Seleção dos EUA, Chris Biller, também tomou o seu sin bin, deixando os ingleses com 13 homens em campo por intermináveis 5 minutos, tempo suficiente para o time ser destroçado!
Aos 22 minutos, ainda com 14 homens em campo, mas com 39 pontos de desvantagem, o All Black Stephen Donald consegue ultrapassar a defesa irlandesa e marca o primeiro try dele com a camisa dos Blue, Black & White, belo lance individual! Aos 34, Dave Attwood marca o segundo try da partida para o Bath, cravando a bola entre os postes após atravessar o H com seu corpanzil de 115kg, perfeito para ser um Segunda Linha de imensa qualidade. Com os dois chutes originados pelos tries sendo convertidso pelo sempre seguro Barkley, o placar então marcava 45 a 20 faltando pouco menos de 5 minutos para o apito final. Nada mais iria acontecer?!
Num jogo como estes até o último minuto é importante, para um time era consolidar uma grande vitória e para o outro era terminar mais próximo na pontuação ou deixar menos vergonhoso o placar final. Assim aos 38 minutos o Leinster abre mais 7 pontos de vantagem que seriam descontados aos 40 minutos pelo back reserva, cria da base do Bath Rugby, Ben Williams. o último lance da partida é o chute de conversão feito por Olly Barkley, dando números finais ao placar na inesquecível noite de Dublin: 52 a 27.
Veja aqui os dez tries da partida, e se decepcione, como nós, por este jogadores com este belo uniforme away do Bath ainda não terem podido comemorar uma única vitória nesta HCup 2011/12.
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O Bath permanece na terceira posição do Grupo 3, com 6 pontos [1v e 3d] e agora vai ao Sul da França enfrentar o Montpellier, último colocado da Grupo com a mesma pontuação, se sair vitorioso, se aproximará (ou ultrapassará) o Glasgow Warriors, segundo colocado com 10 pontos. Com 16 pontos o Leinster lidera com larga vantagem faltando duas rodadas para o término da fase de grupos.
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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Derrota amarga para os atuais campeões
Embora houvessemos previsto (esperávamos!!) uma vitória magra sobre o time de Jonathan Sexton (terceira postagem do dia 09 de dezembro no twitter.com/BathRugbyBrasil), uma derrota magra também era bem possível, ainda mais quando o abertura do time adversário tem uma tarde inspirada e o Bath Rugby mais uma vez tem uma tarde pouquíssimo inspirada, logo, com pouquíssimos pontos.
Após um início não muito avassalador, mas bastante positivo, parecendo que a sequência de derrotas iria acabar, marcando seis pontos em 35 minutos, sem tomar nenhum, os azuis, preto e branco levaram 12 pontos em sequência em quatro penalties muito bem convertidos pelo camisa 10 irlandês. Esta sequência foi iniciada no último lance do primeiro tempo, que terminou em 6-3 para os locais e terminou aos 22 minutos da etapa final, após uma penalidade ser marcada quando o Leinster já estava por ultrapassar a linha final e os árbitros após utilizarem o recurso da televisão não validando o try permitiram apenas os três pontos que foram convertidos por Sexton. Assim na metade do segundo tempo o jogo marcava 6-12 para o time de Dublin.
A reação esperada pelos torcedores veio após este tumultuado lance que deu a vantagem de seis pontos aos visitantes. Na saída de bola numa troca rápida de passes pelo flanco direito o Ponta (com tamanho de segunda linha!) da seleção inglesa Matt Banahan concluiu a linda jogada construída em equipe, marcando o try, êxtase no The Rec, ainda mais quando a conversão foi feita pelo ótimo chutador, voltando de lesão, Olly Barkley. Neste momento, faltando 14 minutos para o jogo acabar, o Bath estava à frente novamente no placar: 13-12.
Aos 33 minutos a alegria do time tricolor acaba quando Sexton novamente converte uma penalidade cometida pelo Sul-africano François Louw, que levaria o cartão amarelo na sequência. O último lance da partida, após o tempo regulamentar ser ultrapassado, é o símbolo do que ocorreu durante os pouco mais de 80 minutos: erro da defesa do Bath, penalidade marcada à favor do Leinster, convertida pelo camisa 10 Jonathan Sexton. Fim de jogo: 13-18.
Para finalizar, este jogo confirmou uma ideia: quem tem um ótimo chutador pode ganhar um jogo mesmo sem fazer um único try, mesmo sem dominar a partida, mesmo que o adversário faça tries, neste caso um, e mesmo estando no campo de um respeitável adversário. Basta ser eficiente nas oportunidades que se cria e eficiente em não permitir que o outro jogue! Simples assim!
Após um início não muito avassalador, mas bastante positivo, parecendo que a sequência de derrotas iria acabar, marcando seis pontos em 35 minutos, sem tomar nenhum, os azuis, preto e branco levaram 12 pontos em sequência em quatro penalties muito bem convertidos pelo camisa 10 irlandês. Esta sequência foi iniciada no último lance do primeiro tempo, que terminou em 6-3 para os locais e terminou aos 22 minutos da etapa final, após uma penalidade ser marcada quando o Leinster já estava por ultrapassar a linha final e os árbitros após utilizarem o recurso da televisão não validando o try permitiram apenas os três pontos que foram convertidos por Sexton. Assim na metade do segundo tempo o jogo marcava 6-12 para o time de Dublin.
A reação esperada pelos torcedores veio após este tumultuado lance que deu a vantagem de seis pontos aos visitantes. Na saída de bola numa troca rápida de passes pelo flanco direito o Ponta (com tamanho de segunda linha!) da seleção inglesa Matt Banahan concluiu a linda jogada construída em equipe, marcando o try, êxtase no The Rec, ainda mais quando a conversão foi feita pelo ótimo chutador, voltando de lesão, Olly Barkley. Neste momento, faltando 14 minutos para o jogo acabar, o Bath estava à frente novamente no placar: 13-12.
Aos 33 minutos a alegria do time tricolor acaba quando Sexton novamente converte uma penalidade cometida pelo Sul-africano François Louw, que levaria o cartão amarelo na sequência. O último lance da partida, após o tempo regulamentar ser ultrapassado, é o símbolo do que ocorreu durante os pouco mais de 80 minutos: erro da defesa do Bath, penalidade marcada à favor do Leinster, convertida pelo camisa 10 Jonathan Sexton. Fim de jogo: 13-18.
Para finalizar, este jogo confirmou uma ideia: quem tem um ótimo chutador pode ganhar um jogo mesmo sem fazer um único try, mesmo sem dominar a partida, mesmo que o adversário faça tries, neste caso um, e mesmo estando no campo de um respeitável adversário. Basta ser eficiente nas oportunidades que se cria e eficiente em não permitir que o outro jogue! Simples assim!
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Vitória suada contra o Montpellier
Pela segunda rodada da Heineken Cup 2011/12 o Bath Rugby obteve sua primeira vitória na competição, conseguindo uma suada vitória contra os franceses do Montpellier, agora o clube inglês já soma cinco pontos e sai da última para a segunda posição no grupo, atrás apenas dos irlandeses do Leinster.
O jogo do dia 20 de novembro começou com imensa pressão do Bath, com posse de bola e jogo envolvente, o que era até certo ponto esperado, já que esta é a primeira vez que o Montpellier disputa a Heineken Cup e o retrospecto de confrontos entre as equipes marcava duas vitórias em dois jogos pra o Bath, ambas na Challenge Cup 2006/07, e assim foi, já que com 17 min o placar marcava 13 a 0 para os donos da casa, com uma grande partida que se avistava para Stephen Donald, armando as duas jogadas para tries e marcando o penalti, o que o redimiria das duas conversões chutadas para fora dos postes.
Quanto ao restante do jogo, aparentemente decidido, ainda restavam mais de 60 minutos de batalha, com o segundo tempo inicinado em 13 a 3, o Bath Rugby logo ampliou o placar com mais um penalti convertido pelo neozelandês aos 5 mins, e o que seria uma tranquila vantagem virou um placar perigoso após o try (muitíssimo controverso por ter um escandaloso passe para frente) com conversão do Montpellier, ainda faltando 20 minutos para o término do embate.
Já na fase das substituições por cansaço dos forwards e dos backs para manter o ritmo do jogo, as duas equipes estavam duelando com clara vantagem nas jogadas de contato para a equipe francesa, que converteria mais uma infração, faltando ainda 15 minutos para o fim do jogo, deixando o perigoso placar de 16 a 13, que seria mantido a duras penas, até o final para os ingleses.
Nos melhores momentos da partida, percebe-se por que Stephen Donald foi escolhido o melhor homem em campo. Muito embora suprima os diversos erros que o Montpellier teve no final da partida, o que não permitiu o empate ou quiça a vitória dos visitantes. Ainda bem, ufa!
O jogo do dia 20 de novembro começou com imensa pressão do Bath, com posse de bola e jogo envolvente, o que era até certo ponto esperado, já que esta é a primeira vez que o Montpellier disputa a Heineken Cup e o retrospecto de confrontos entre as equipes marcava duas vitórias em dois jogos pra o Bath, ambas na Challenge Cup 2006/07, e assim foi, já que com 17 min o placar marcava 13 a 0 para os donos da casa, com uma grande partida que se avistava para Stephen Donald, armando as duas jogadas para tries e marcando o penalti, o que o redimiria das duas conversões chutadas para fora dos postes.
Quanto ao restante do jogo, aparentemente decidido, ainda restavam mais de 60 minutos de batalha, com o segundo tempo inicinado em 13 a 3, o Bath Rugby logo ampliou o placar com mais um penalti convertido pelo neozelandês aos 5 mins, e o que seria uma tranquila vantagem virou um placar perigoso após o try (muitíssimo controverso por ter um escandaloso passe para frente) com conversão do Montpellier, ainda faltando 20 minutos para o término do embate.
Já na fase das substituições por cansaço dos forwards e dos backs para manter o ritmo do jogo, as duas equipes estavam duelando com clara vantagem nas jogadas de contato para a equipe francesa, que converteria mais uma infração, faltando ainda 15 minutos para o fim do jogo, deixando o perigoso placar de 16 a 13, que seria mantido a duras penas, até o final para os ingleses.
Nos melhores momentos da partida, percebe-se por que Stephen Donald foi escolhido o melhor homem em campo. Muito embora suprima os diversos erros que o Montpellier teve no final da partida, o que não permitiu o empate ou quiça a vitória dos visitantes. Ainda bem, ufa!
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Derrota inesperada para o Glasgow Warriors
Esperava-se uma vitória na estreia da Heineken Cup 2011/12, pois mesmo sendo na Escócia, o retrospecto de 4 vitórias e nenhuma derrota para os Warriors até então dava esta confiança, muito embora o time viesse de um tropeço diante dos Harlequins (líderes invictos) na Premiership inglesa. Sendo que ao final da partida somou mais um resultado adverso para a temporada, começando com um belo tropeço, pois dominou territorialmente grande parte da partida (com conversões dos penaltis e sem marcar um mísero try) e tomou a virada após os 40 min do segundo tempo.
O jogo da primeira rodada da Heineken Cup 2011/12, entre Glasgow Warriors e Bath Rugby, no Firhill Stadium, a casa do clube escocês, terminou de forma dramática, após um cálculo errado de Nick Abendanon para segurar a última bola do jogo (25 segundos após o término do tempo regulamentar), numa frustrada (e desesperada!) tentativa de drop goal que acabou virando um try, um incrível try pros Warriors, infelizmente!!
Aos 2:15 deste vídeo e aos 4:00 deste outro vídeo, podemos conferir a última fase da jogada de ataque do time escocês e em seguida a falha no cálculo do quique da bola oval pelo fullback do Bath, entregando de bandeja a vitória.
Ao menos ainda restou um ponto de bonificação, com o placar final de 21 a 26, depois de uma muito inspirada tarde (com 6 de 6 penaltis convertidos) do prata da casa estreante na Copa europeia, Tom Heathcote. De lambuja ainda tivemos os primeiros três pontos do mais novo heroi neozelandês Stephen Donald, que aquecia pro jogo contra o Montpellier na semana seguinte, no The Rec.
O jogo da primeira rodada da Heineken Cup 2011/12, entre Glasgow Warriors e Bath Rugby, no Firhill Stadium, a casa do clube escocês, terminou de forma dramática, após um cálculo errado de Nick Abendanon para segurar a última bola do jogo (25 segundos após o término do tempo regulamentar), numa frustrada (e desesperada!) tentativa de drop goal que acabou virando um try, um incrível try pros Warriors, infelizmente!!
Aos 2:15 deste vídeo e aos 4:00 deste outro vídeo, podemos conferir a última fase da jogada de ataque do time escocês e em seguida a falha no cálculo do quique da bola oval pelo fullback do Bath, entregando de bandeja a vitória.
Ao menos ainda restou um ponto de bonificação, com o placar final de 21 a 26, depois de uma muito inspirada tarde (com 6 de 6 penaltis convertidos) do prata da casa estreante na Copa europeia, Tom Heathcote. De lambuja ainda tivemos os primeiros três pontos do mais novo heroi neozelandês Stephen Donald, que aquecia pro jogo contra o Montpellier na semana seguinte, no The Rec.
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